domingo, frango, amigos...
era domingo, espalhadas pelo sofá e chão estávamos sentindo o cheiro perfumado do frango que ilustra os formos de milhares de lares brasileiros neste dia tão familiar.
O estomago nas costas a preguiça no peito e na tela assuntos tão densos, que só a liberdade ficando azul poderia deixá-los mais leves..
O telefone toca...
O que?
Cortou? Onde? Como?
Já comeu?
Estamos indo...
Fomos de mala e cuia, envergonhadas pelo cheiro denso do frango que invadia o carro, se espalhava em cada sinal.. cada farol vermelho...
Estava ele com o dedo apontado para lua, enrolado em gase.. branco com um floco de neve.
A tarde entrou na noite e fomos ficando assim reunidos como uma família fica aos domingos.
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